ILHA DE BOI PEBA NA BAHIA
A ILHA DE BOI PEBA, na Bahia, é um destino ecoturístico pelo qual estamos torcendo para que a demanda não cresça e descaracterize os seus atrativos principais, que inclui trilhas, praias inexploradas pelo comércio e as festas populares com tradições antigas preservadas. Entretanto, isto depende dos empresários e proprietários de grandes áreas de terra, na loccalidade. Se houver uma associação dessas pessoas, poderão ter renda maior com preços mais salgados dos seus serviços e lotes, selecionando e limitando o crescimento insustentável. Ha duas formas de um destino ecoturístico crescer a economia local: Aumentar os preços dos serviços e áreas para construções, limitando os empreendimentos e população flutuante (turistas) que descaracterizem o seu produto principal - as riquezas naturais - ou oferecer serviços e áreas econômicas que provocará a superpopulação e crescimentos desordenados que destruirão o atrativo principal - ecoturismo.
Desenvolvimento sustentável é a palavra de ordem para estas localidades, que, ainda, existem, na Bahia. Outros destinos ecoturísticos perderam os seus attrativos, dentre os quais Arraial D`Ajuda, em Porto Seguiro/Ba, onde o oferecimento de loteamentos, restaurantes e hotelaria econômicos, sem uma política de conscientização ambietal a turistas e moradores locais, obras eleitoreiras de urbanização, entre outros desajustes, destruiram os atrativos naturais - as trilhas ecológicas, as estradas de terra, a magia da gente do lugar que se perdeu nas drogas.
Não haverá que se falar em privar o turismo da classe média baixa, que não pode pagar mais caro. Se trata em preservar, oferecendo pouco para poucos. Conter a demanda porque a popularização de destinos como esses atraem pessoas sem a mínima consciência ambiental, que procuram o destino para se lambuzarem nas farras deixando para trás o lixo nas praias, o fogo, urina e fezes no mato. Ecoturismo econômico somente poderá existir onde seja efetiva a política de desenvolvimento sustentável e de conscientização ambiental a seus moradores e frequentadores e isto nem mesmo é discurso de políticos em epoca de eleição porque ambientalismo não atrai votos, preferindo prometer pavimentações, calçamentos, praças e demais obras eleitoreiras sem respeitar a preservação do produto principal - as riquezas naturais da localidade.
Na foto, contratamos um serviço de barco econômico (a metade do preço cobrado pelas embarcações profissionais) para darmos uma VOLTA À ILHA, um dos passeios principais oferecidos. O percurso inclui tres paradas - um banco de areia, outro em águas calmas para mergulho e num restaurante. QUASE MORREMOS! Mulher passando mal, o barqueiro com cara de assustado tentando evitar colisão com pedras e bancos de areia submersos, o leme com partes quebradas amarradas sem nenhuma segurança. FOI UM TERROR! Nisto está um exemplo de turismo econômico, que oferece preço e nenhuma qualidade e mais o risco de vida. Que a ILHA DE BOI PEBA não cresça sem consciência ambiental.
Desenvolvimento sustentável é a palavra de ordem para estas localidades, que, ainda, existem, na Bahia. Outros destinos ecoturísticos perderam os seus attrativos, dentre os quais Arraial D`Ajuda, em Porto Seguiro/Ba, onde o oferecimento de loteamentos, restaurantes e hotelaria econômicos, sem uma política de conscientização ambietal a turistas e moradores locais, obras eleitoreiras de urbanização, entre outros desajustes, destruiram os atrativos naturais - as trilhas ecológicas, as estradas de terra, a magia da gente do lugar que se perdeu nas drogas.
Não haverá que se falar em privar o turismo da classe média baixa, que não pode pagar mais caro. Se trata em preservar, oferecendo pouco para poucos. Conter a demanda porque a popularização de destinos como esses atraem pessoas sem a mínima consciência ambiental, que procuram o destino para se lambuzarem nas farras deixando para trás o lixo nas praias, o fogo, urina e fezes no mato. Ecoturismo econômico somente poderá existir onde seja efetiva a política de desenvolvimento sustentável e de conscientização ambiental a seus moradores e frequentadores e isto nem mesmo é discurso de políticos em epoca de eleição porque ambientalismo não atrai votos, preferindo prometer pavimentações, calçamentos, praças e demais obras eleitoreiras sem respeitar a preservação do produto principal - as riquezas naturais da localidade.
Na foto, contratamos um serviço de barco econômico (a metade do preço cobrado pelas embarcações profissionais) para darmos uma VOLTA À ILHA, um dos passeios principais oferecidos. O percurso inclui tres paradas - um banco de areia, outro em águas calmas para mergulho e num restaurante. QUASE MORREMOS! Mulher passando mal, o barqueiro com cara de assustado tentando evitar colisão com pedras e bancos de areia submersos, o leme com partes quebradas amarradas sem nenhuma segurança. FOI UM TERROR! Nisto está um exemplo de turismo econômico, que oferece preço e nenhuma qualidade e mais o risco de vida. Que a ILHA DE BOI PEBA não cresça sem consciência ambiental.

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