CADA MACACO NO SEU GALHO
Profissionais destacados nas suas atividades, por vezes, imaginam que a evidência de seu nome proporcionará uma eleição a cargos públicos. Nesta corrente, deparamos com jornalistas, atores, cantores, entre outros. A quase totalidade dos que se candidata não se elege. Dos poucos que conseguiram eleição, desconhecemos quais deles deixaram algum legado que mereça registro nos anais da história.
Gilberto Gil, de vereador na cidade de Salvador/Ba a Ministro da Cultura, ninguem sabe o que fez de relevante para a música, que é a sua principal atividade e que lhe deu popularidade. De sua passagem pelo Ministério da Cultura, na era Petista, o que ficará paginado na história é a corrupção que assolou o governo da epoca, envolvendo dezenas de artistas que receberam verbas governamentais para eventos com fins lucrativos. Se a sua genialidade artística não fosse de primeira grandeza, a sua passagem pela política governamental destruiria a sua história melhor - a música.
Fernando Gabeira, que foi evidenciado através do jornalismo, dos movimentos gays, com destaque para uma tanga que vestiu e desfilou na Praia de Ipanema, descriminalizando, de vez, o homossexualismo, adotou o discurso de AMBIENTALISTA e através do PARTIDO VERDE conseguiu eleição a Deputado Federal. De sua passagem pela Camara Federal, por quatro mandatos consecutivos, a partir de 1994, tambem, nada realizou de relevante para o jornalismo e nem para o Meio Ambiente, inclusive, nem respondeu a um convite da OBJETIVA AMBIENTAL, levado, pessoalmente, ao seu gabinete e entregue em mãos, para evento nacional, realizado em Arraial D Ajuda.
Nas fotos: 1. Jackson Oliveira leva convite a Gabeira, em Brasilia. 2. Visita ao Jardim Botânico, em Curitiba. 3. Presidindo a Comissão de Meio Ambiente da OAB/BA subseção de Jequié, Jackson Oliveira, distribui a Carta de Seattle, nas praças públicas, numa alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente.



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